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January 2, 2011

Criar raízes para o e-learning

Um projecto do Instituto Politécnico de Santarém.
Amplify’d from www.i-gov.org
Criar raízes para o e-learning
O desenvolvimento das novas tecnologias fez com que as sociedades modernas se tornassem cada vez mais ligadas. Este factor obriga todas as áreas a repensar a forma de funcionar e a Educação não é excepção. O Instituto Politécnico de Santarém (IPS) acaba de lançar as bases para uma plataforma para promover o ensino a distância na instituição.


Oficialmente o projecto «e.raízes.redes» nasceu no passado mês de Setembro, apesar de apenas recentemente o site e a plataforma terem sido disponibilizados on-line. Em declarações ao iGOV, Maria Potes Barbas, Professora Coordenadora no Núcleo de Tecnologia Educativa da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém, revela que a iniciativa «inscreve-se numa reflexão orientada para uma acção à escala global, orientada para a vertente da análise do impacto das tecnologias no âmbito dos processos de mudança de ordem social nas sociedades contemporâneas».


Uma das principais metas do projecto é dar vida a uma estratégia de ensino a distância no IPS, para ajudar a cumprir o «Contrato de Confiança para o Futuro de Portugal», estabelecido entre o Ministério da Ciência e Tecnologia e as universidades portuguesas que prevê, entre outros aspectos, «um aumento da capacidade de resposta das Instituições no âmbito da formação a distância», afirma a coordenadora do «e.raízes.redes».

Vários exemplos como ponto de partida

Os primeiros passos do projecto, que deverá estar concluído dentro de cerca de dois anos, foram feitos com a análise de plataformas já implementadas. De acordo com Maria Potes Barbas «o levantamento e análise de projectos afins em curso, dinamizados a nível nacional e internacional, constituiu o ponto de partida para esta missão, tendo sido adoptada uma metodologia dirigida à análise de modelos de ensino ou de aprendizagem a distância, com diferentes designações a fim de viabilizar os processos de identificação de conceitos, metodologias, dispositivos comunicativos e pedagógicos».
Esta análise a diversos exemplos levou a equipa do «e.raízes.redes» a travar conhecimento com plataformas utilizadas pela Universidade Aberta, através da participação no mestrado em Pedagogia do e-learning, e pelo Centro de Ensino a Distância da Universidade de Aveiro e da Faculdade de Educação_UNED, em visitas presenciais. Outro dos exemplos analisados foi o da Universidade do Porto, desta feita com base num questionário realizado na Internet. A experiência destes exemplos levou os investigadores a conhecerem diversas plataformas utilizadas, como o Moodle, redes sociais, Second Life ou a plataforma Alfa, do Faculdade de Educação_UNED.

Vantagens e desvantagens

Para a coordenadora do projecto «e.raízes.redes», com base na análise efectuada, começaram a surgir algumas vantagens resultantes da implementação de um sistema destes, que vão desde uma «estrutura com formato flexível, permitindo, ao construtor de conteúdos, optar pelas peças com que pretende interagir em primeiro lugar» à «possibilidade de interacção com uma diversidade de colegas» e passando pela «facilitação de reflexões sobre um percurso específico de aprendizagem,

promoção, tanto do trabalho desenvolvido pelo estudante, através da publicação dos próprios conteúdos, como da acessibilidade aos conteúdos publicados pelos seus pares» e a própria «oferta ao estudante, da oportunidade de escolher a hora, o local, o onde e o como quer aprender».
Já no campo das desvantagens, Maria Potes Barbas considera que «a adesão a este formato de ensino exige que o aprendente esteja fortemente motivado, dado não ter a possibilidade de interagir, em modo presencial, com o docente. Os dados estatísticos das desistências no formato visado permitem identificar a relevância do papel que, apesar de tudo, o professor e/ou o tutor assumem, como um dos factores principais a ter em conta ensino a distância», sublinha.
Instituto Politécnico de Santarém
Agora que a plataforma já se encontra on-line, resta continuar o percurso. Para o primeiro semestre de 2011 está prevista a «reconstrução das unidades curriculares por parte dos membros da equipa», esclarece a coordenadora do «e.raízes.redes». No semestre seguinte irá ter lugar a «formação nas escolas do IPS» e por fim, no primeiro semestre de 2012 será feita a «divulgação da plataforma a nível nacional e internacional».
Em Setembro de 2012 Maria Potes Barbas pretende ver implementada uma «plataforma de comunicação inclusiva para todo o cidadão Web». Esta deverá recorrer a várias tecnologias, como o sistema Moodle com módulos adicionais, componentes do Second Life, funcionalidades de videoconferência, ligação ao telemóvel e o acesso a tutoriais on-line e conteúdos flexíveis.
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